Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, a saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) a partir de 1º de maio. O país integra o cartel há quase seis décadas e é o terceiro maior produtor entre os membros.
A decisão pegou a organização de surpresa e escancara um racha interno no grupo, responsável por cerca de um terço do petróleo extraído no mundo. O bloco coordena a produção entre seus países-membros para influenciar os preços internacionais por meio de cotas.
O anúncio derruba uma das peças centrais da articulação saudita no cartel e chega em momento de tensão geopolítica acentuada no Oriente Médio.
Cotas e disputa com a Arábia Saudita motivaram o rompimento
Os Emirados vinham enfrentando restrições para ampliar exportações por causa do sistema de cotas, o que gerou atrito direto com a Arábia Saudita, liderança informal da Opep. Abu Dhabi pressionava por um teto de produção mais alto, compatível com a capacidade instalada do país, mas não obteve avanços nas negociações com Riad.
Um segundo fator pesou na decisão: a leitura emiradense de que o cartel não reagiu ao bloqueio do Estreito de Ormuz, rota por onde escoa parcela expressiva do petróleo da região. A inação foi tratada internamente como falha estratégica do bloco.
Brent dispara e Europa teme escassez de combustível
A reação no mercado foi imediata. O barril do petróleo Brent chegou a US$ 111, maior patamar desde o início de abril. A cotação reflete tanto a fragmentação da Opep quanto o agravamento das dificuldades de exportação provocadas pela guerra no Oriente Médio.
Países europeus já demonstram preocupação com os desdobramentos. A Suécia emitiu alerta sobre risco de escassez de combustível de aviação, sinalizando que o tensionamento no fornecimento pode atingir setores estratégicos antes mesmo de a saída se concretizar oficialmente.

Bom dia. First. Todos surpresos com a decisão dos EAU. Mistura vontade de ganhar dinheiro, enfraquecer Arábia Saudita e Irã e se opõe à centralização ineficaz da OPEP.
Bom dia! E se os EAU estiverem com algo negociado diretamente com os EUA?
Ou sair da influencia norte americana e tentar criar sua própria influencia.
Pode ser, mas duvido. Não sei o que os EUA podem entregar para os EAU além de armas e segurança. Era mais provável os Emirados saírem do petrodólar por falta de liquidez em dólares na região.
Bom dia!
Ando em falta aqui, mais uns probleminhas pessoais. Vou rever minha rotina, segunda feira tá dando muito problema pra mim, nossa. Provavelmente vou agendar tudo previamente… Acreditam que ontem meu pai caiu no golpe do zape? Dei mole, minha foto estava visivel pra todos no perfil. Pegaram e fizeram o tal do zape falso… Tem semana em que as coisas não andam certo… Mas vai passar… foda, viu.
Salve Barna,
Não caia na pilha não, ninguém vai morrer se o blog tiver um dia off… Aliás um dia a menos pra ler impropérios e xingamentos…
Cuida da família aí, aumenta a mensalidade do blog e fica tudo certo
Relaxe, Barna. Ficamos preocupados com você por não aparecer. Eu também estou meio desanimado com o blog esses dias. Cuide da família e melhoras.
Bom dia
Então a EAU foi a primeira a peidar na farofa?
Eu pensava que seria Kwait ou Iraque antes.
Como eu já disse várias vezes e repito, essa guerra vai mudar muita coisa. O que? ainda vamos ver como isso com o passar do tempo
Enquanto isso
Petroleo US$113
Mercado não está comprado esse paz para inglês ver
Já desorganizou muita coisa.
Em todo esse período dos conflitos muitos desses países do Golfo lotaram as próprios depósitos (não conseguiam escoar) e agora não poderão + produzir no mesmo ritmo. Terão que diminuir a produção de alguns poços e ou simplesmente fechá-los.
O que não é uma tarefa fácil.
Eles querem um teto maior do que a OPEP estava operando. Então senão tem acordo, melhor sair e operar pelas próprias regras.
Será que por um lado não pode ser bom? Acaba um pouco o cartel, ideal seria cada país ofertar como preferisse ao invés de fecharem um acórdão.
Porém, tem país ali do Oriente Médio que não se sustenta com preço do petróleo muito baixo, literalmente podem quebrar.
* acordão
Algumas vezes eh não consigo editar o comentário.
https://x.com/NewsLiberdade/status/2049313186331992340
Estão falando muito do endividamento das famílias. Naquele podcast com o dono da Quaest, ele comentou também que nos dados, país tem baixo desemprego e aumento de renda, porém, que as pessoas perceberam que o aumento do custo de vida está mais alto que o aumento de renda.
Ou seja, todos ficando mais pobres.
Ele falou em tigrinho e afins, mas eu acho que vai além.
Dificuldade em renegociar financiamento imobiliário devido ao desemprego e falta de suporte da CEF.
Não resolvido
Caixa Econômica Federal
São Geraldo – MG
Possuo um financiamento imobiliário com a CEF há mais de 10 anos, mas nós últimos meses não estou conseguindo pagar o valor das parcelas, estou desempregado e não tenho família, meus pais já faleceram.
Gostaria de Aumento do prazo do financiamento para diminuir o valor da prestação, mas já tentei falar diversas vezes com a CEF e não sou atendido.
Vou perder a única coisa que me resta, não estou negando pagar, só preciso renegociar.
Triste.
Caso de uma pessoa que ficou sozinha e desempregada, aí não tem nem a quem recorrer para dar uma ajuda por fora.
https://www.naval.com.br/blog/2026/04/28/pentagono-estuda-recorrer-a-japao-e-coreia-do-sul-para-projetos-e-construcao-de-navios-de-guerra/#goog_rewarded
Tá feio
Os EUA esqueceram até como faz navio de guerra, vão precisar produzir no Japão e Coreia.
Na prática, a pressão por alternativas decorre da lentidão dos estaleiros americanos. Em fala reproduzida pelo USNI News, o diretor do Office of Management and Budget, Russ Vought, resumiu o tom da administração ao afirmar: “precisamos de mais navios e precisamos deles agora”; se os meios não puderem ser obtidos das fontes tradicionais, com custo e prazo adequados, disse ele, Washington os buscará “em outros estaleiros”. O então secretário da Marinha, John Phelan, também afirmou que, se a alternativa avançar, os candidatos mais naturais tendem a ser “as Coreias e os Japões do mundo”, justamente pela capacidade de produzir rapidamente.
Os estaleiros americanos, que na 2a Guerra faziam navios em poucos dias, hoje só se sustentam graças à US Navy e às leis que restringem a navegação de cabotagem nos EUA para navios feitos localmente. Ásia está muito mais eficiente para construção de navios novos e marinhas padrão OTAN encomendam na Europa.
Dificuldade em Renegociar Parcelas de Financiamento Veicular Devido a Desemprego e Falta de Opções Contratuais
Naviraí – MS
28/04/2026 às 09:46
ID: 247147197
Eu fiz um financiamento veicular tem uns dois anos atrás e agora estou desempregado as parcelas do financiamento tem um atrasado e a outra etapa vencer e eu não consigo pagar mais o valor da parcela. Eu entrei em contato com o banco para tentar diminuir o valor da parcela e aumentar o número de parcelas e eles disseram que não conseguem porque não tem. Porque não tem no contrato que isso é possível, aí eu tô fazendo de tudo, mas eu não consigo e eu não consigo pagar o valor.
Já está há 2 anos pagando e ainda tem parcelas a ver? O erro é financiar, mas se financia, financia pelo mínimo de tempo possível. Provavelmente deve ser aqueles de 36 ou 48, senão de 60 meses. Aí complica mesmo.
Apartamento MRV: Sonho Virou Pesadelo com Informações Ocultas, Qualidade Ruim e Aumento Abusivo nas Parcelas
Não respondida
MRV
Ribeirão Preto – SP
22/04/2026 às 10:35
ID: 246640061
Estou aqui pra falar do maior arrependimento da minha vida, que foi financiar um apartamento com a MRV, no começo foi tudo uma maravilha, mais depois o meu sonho se tornou um pesadelo, ocultaram um monte de informação, uma delas é q o apartamento não viria com pisos, peguei o apartamento no contrapiso, todo desnivelado ainda por cima, os matérias com a pior qualidade possível, o q me deixa mais revoltada hoje é a entrada que no ato da contratação fui informada q seria parcelas de 489$ mensais, paguei esse valor durante uns 6 meses apenas, e pra minha surpresa as parcelas aumentam todo mês uns 50$ eu já estava pagando quase 700$ de uma prestação q seria 489, detalhe minha entrada tinha ficado 29mil aí e o vem a maior surpresa pois liguei na MRV para entender oq estava acontecendo e me informaram q minha parcela não era fixa e que teria reajuste todo mês e que eu chegaria a pagar 1500 por mês, eu fiquei em choque pq ia sair totalmente do meu orçamento estava ganhando 2400$ por mês e já tinha q pagar os 800 do financiamento e mais despesas com condomínio e luz, não teria como eu pagar isso, aí ela me disse q eu poderia renegociar e deixar as parcelas fixas, só q aí ficaria 860$ fixas até o fim do contrato, eu estava desesperada então aceitei sem me dar conta, que teria. Começar pagar do 0 novamente antes era 60 vezes eu já havia pago 12 parcelas e elas foram perdidas e tive q começar do 0 novamente então uma entrada q era 29mil foi para 60×860 = 51.600 mais os 9mil q tinha pago e perdi por causa do refinanciamento então no total a entrada acabou saindo por 60.600. Hoje estou grávida, e sem condições de pagar esse valor pois está muito alto estou desempregada e fazendo bicos mais não chega a 2000mil oq eu ganho, entrei em contato pra tentar negociar e abaixar o juros pra q eu consiga pagar , mais infelizmente com eles não tem negociação, agora estou sem saber oq fazer pois estou grávida e desempregado só queria um acordo q ficasse bom pra mim e pra eles, para q eles tbm não saísse no prejuízo de ficar sem receber. Mais é difícil se vcs estiverem lendo essa mensagem não caia nessa [Editado pelo Reclame Aqui] de financiar com a MRV e evite transtornos na sua vida.
Você não Odeia CORVOS o suficiente!